Terceira semana consecutiva com um vídeo! Bienal faz isso com a gente!
Mas, depois desse, só daqui a duas semanas de novo. Acabou a bienal, eis que volta a programação normal (a rima foi intencional, só pra constar. E eu sei que foi péssima. Só pra constar, também).
Mil desculpas à Simone, porque na hora de gravar eu esqueci o nome dela! #ShameOnMe
E a luz ao fundo não é algo celestial ou do além. É só um reforcinho vindo do abajur, já que eu gravei de noite!
Oi, pessoas! Vamos pra mais um domingo de postagem dessa coluna que eu tanto amo fazer? Bom, pra quem não se lembra do post passado, porque já faz um tempinho, aqui está ele. E como eu disse ao final dele, deixei algumas Figuras de Sintaxe de fora, por isso agora a gente volta com a parte II, né?
Então sem mais delongas, vamos às Figuras de Sintaxe que estão faltando:
– Sínquise –
Regra: Sínquise é a inversão de tal modo violenta das palavras de uma frase, que torna difícil sua interpretação.
Exemplo: “Lícias, pastor – enquanto o sol recebe, mugindo, o manso armento e ao largo espraia. Em sede abrasa, qual de amor por Febe – Sede também, sede maior, desmaia.”
Entenda-se:
“Lícias, pastor, enquanto o manso armento recebe o sol e, mugindo, espraia ao largo -, abrasa em sede, qual desmaia de amor por Febe, sede também, sede maior.”
– Assíndeto –
Regra: Há assíndeto quando as orações de um período ou as palavras de uma oração se sucedem sem conjunção coordenativa que poderia enlaçá-las. É um vigoroso processo de encadeamento do enunciado, que reclama do leitor ou do ouvinte uma atenção maior no exame de cada fato.
“Lavava roupas da Baixa, vestia, usava, lavava outra vez, levava.” – Luandino Vieira
– Polissíndeto –
Regra: O polissíndeto é o contrário do assíndeto, ou seja, é o emprego reiterado de conjunções coordenativas, especialmente das aditivas.
Exemplo: “Como uma horda de seres vivos, cobríamos gradualmente a terra. Ocupados como quem lavra a existência, e planta, e colhe, e mata, e vive, e morre, e come.” – Clarice Lispector
– Anacoluto –
Regra: Consiste numa irregularidade gramatical na estrutura de uma frase, como se começássemos uma frase e houvesse uma mudança de rumo no pensamento. Por exemplo, através do desrespeito das regras de concordância verbal ou da sintaxe. É utilizado para dar a sensação de espontaneidade.
Exemplo: “Umas carabinas que guardava atrás do guarda-roupa, a gente brincava com elas, de tão imprestáveis.” – C. de Abreu
– Silepse –
Regra: Silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com o seu sentido, com a ideia que elas expressam. Existem, então, silepse de número, gênero
Exemplos:
Silepse de número – “Deu-me notícias da gente Aguiar; estão bons.” – Machado de Assis
Silepse de gênero – “Imediatamente, pode Vossa Excelência ficar descansado!” – B. Santareno
Silepse de pessoa – “Todos entramos imediatamente.”
Espero que tenham gostado. Com esse post fechamos o tema Figuras de Sintaxe e espero que eles tenham contribuído de alguma forma para o engrandecimento do conhecimento de vocês. ^^
Título: Amada Imortal Autor: Cate Tiernan Editora: Galera Record Número de Páginas: 280 Ano de Publicação: 2012 Skoob:Adicione Compare e Compre:Buscapé
Nastasya é uma imortal e, como todos iguais a ela, é capaz de realizar um tipo diferente de magia, a magick. O fato de ser imortal, de viver há séculos, de já ter passado por tantas perdas, simplesmente a deixou em um estado contínuo de anestesia, no qual ela se fechou para não mais sofrer, acabando por perder o sentido de sua vida e por perder-se em si mesma. Entretanto, na noite em que vê seu melhor amigo cometer uma atrocidade com magick, ela se dá conta de quão perdida está e resolve procurar auxílio, indo parar em uma espécie de clínica de reabilitação, onde vivem outros imortais com o mesmo propósito dela.
“Parece, mas não é” é uma coluna onde trago livros que, ao ver a capa pela primeira vez, achei tratarem de um assunto, mas, ao ler suas sinopses, descobri que não tinham nada a ver com o que pensei!