Clivia Lira, Autor em Minha Vida Literária | Página 9 de 31
Minha Vida Literária
01

nov
2016

[Resenha] Suzy e as Águas-Vivas – Ali Benjamin

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Título: Suzy e as Águas-Vivas
Autor: Ali Benjamin
Editora: Verus
Número de Páginas: 223
Ano de Publicação: 2016
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Às vezes, quando nos sentimos mais solitários, o mundo decide se abrir de formas mágicas. Suzy Swanson está quase certa do real motivo da morte de Franny Jackson. Todos dizem que não há como ter certeza, que algumas coisas simplesmente acontecem. Mas Suzy sabe que deve haver uma explicação — uma explicação científica — para que Franny tenha se afogado. Assombrada pela perda de sua ex-melhor amiga — e pelo momento final e terrível entre elas —, Suzy se refugia no mundo silencioso de sua imaginação. Convencida de que a morte de Franny foi causada pela ferroada de uma água-viva, ela cria um plano para provar a verdade, mesmo que isso signifique viajar ao outro lado do mundo… sozinha. Enquanto se prepara, Suzy descobre coisas surpreendentes sobre o universo — e encontra amor e esperança bem mais perto do que ela imaginava. Este romance dolorosamente sensível explora o momento crucial na vida de cada um de nós, quando percebemos pela primeira vez que nem todas as histórias têm final feliz… mas que novas aventuras estão esperando para florescer, às vezes bem à nossa frente.

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25

out
2016

[Resenha] Renato Russo: O Filho da Revolução – Carlos Marcelo

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Título: Renato Russo: O Filho da Revolução
Autor: Carlos Marcelo
Editora: Planeta
Número de Páginas: 464
Ano de Publicação: 2016
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A mais completa biografia do vocalista da Legião Urbana ganha edição revista, atualizada e ampliada pelo autor. Escrita a partir de mais de cem entrevistas e de pesquisas realizadas ao longo de nove anos, Renato Russo – o filho da revolução narra, de forma fluente e minuciosa, a transformação do adolescente Renato Manfredini Junior no maior ídolo do rock brasileiro. A vivência intensa em Brasília sob a ditadura militar nos anos 1970 é reconstituída em detalhes neste best-seller lançado em 2009, presença constante na lista dos mais vendidos de não ficção daquele ano. Manuscritos com os planos ambiciosos do iniciante. Renato e os rascunhos de sucessos como Tempo perdido e Eduardo & Monica também são reproduzidos com exclusividade, bem como as letras vetadas pela Censura Federal. Além dos depoimentos de integrantes da Legião, Capital Inicial, Plebe Rude, Paralamas e de outras bandas da era de ouro do rock nacional, a nova edição inclui capítulo inédito elaborado a partir de entrevistas com amigos e colegas, como Marisa Monte, que trabalharam e conviveram com Renato Russo no período final de sua vida, encerrada prematuramente aos 36 anos, em 11 de outubro de 1996. Lembranças e histórias do maior ídolo de sua geração e que, com a sua poética incisiva e lírica, continua a fascinar – e a emocionar – jovens de todas as idades.

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18

out
2016

[Resenha] Reportagens – Joe Sacco

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Título: Reportagens
Autor: Joe Sacco
Editora: Quadrinhos na Cia
Número de Páginas: 200
Ano de Publicação: 2016
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Na última década, Joe Sacco tem se voltado cada vez mais aos quadrinhos curtos para nos mandar seus relatos dos conflitos ao redor do globo. Reunidas pela primeira vez, essas reportagens mostram por que Sacco é um dos principais correspondentes de guerra dos nossos tempos. São histórias de refugiados africanos em Malta, de contrabandistas palestinos, de criminosos de guerra e de suas vítimas. E ainda de uma incursão com o exército americano no Iraque, em que ele vê de perto a miséria e o absurdo da guerra. Um de seus trabalhos mais maduros, Reportagens traz Sacco nas linhas de frente dos conflitos, relatando com sensibilidade e crueza os horrores e as esperanças da humanidade.

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20

set
2016

[Resenha] Poética – Ana Cristina Cesar

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Título: Poética
Autor: Ana Cristina Cesar
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 503
Ano de Publicação: 2013
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Ana Cristina Cesar deixou em sua breve passagem pela literatura brasileira do século XX uma marca indelével. Tornou-se uma das mais impor-tantes representantes da poesia marginal que florescia na década de 1970, justamente pela singularidade que a distanciava das ‘leis do grupo’. Criou uma dicção muito própria, que conjugava a prosa e a poesia, o pop e a alta literatura, o íntimo e o universal, o masculino e o feminino – pois a mulher moderna e liberta, capaz de falar abertamente de seu corpo e de sua sexualidade, derramava-se numa delicadeza que podia conflitar, na visão dos desavisados, com o feminismo enérgico, característico da época. Entre frag-mentos de diário, cartas fictícias, cadernos de viagem, sumários arrojados, textos em prosa e poemas líricos, Ana Cristina fascinava e seduzia seus interlocutores, num per-manente jogo de velar e desvelar. ‘Cenas de abril’, ‘Correspondência completa’, ‘Luvas de pelica’, ‘A teus pés’, ‘Inéditos e dispersos’, ‘Antigos e soltos’ – livros fora de catálogo há décadas estão agora novamente disponíveis ao público leitor, enriquecidos por uma seção de poemas inéditos, um posfácio de Viviana Bosi e um farto apêndice. A curado-ria editorial e a apresentação couberam ao também poeta, grande amigo e depositário, por muitos anos, dos escritos da carioca, Armando Freitas Filho. Esta obra reúne os vo-lumes independentes do começo da carreira aos livros póstumos da autora.

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13

set
2016

[Resenha] Só Garotos – Patti Smith

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Título: Só Garotos
Autor: Patti Smith
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 280
Ano de Publicação: 2010
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Crescida numa família modesta de Nova Jersey, Patti Smith trabalhou em uma fábrica e entregou seu primeiro filho para adoção, antes de se mandar para Nova York, com vinte anos, um livro de Rimbaud na mala e nada no bolso. Era o final dos anos 1960, e Patti teve de se virar como pôde – morou nas ruas de Manhattan, dividiu comida com um mendigo, trabalhou e dormiu em livrarias e até roubou os colegas de trabalho, enquanto conhecia boa parte dos aspirantes a artistas que partilhavam a atmosfera contestadora do ‘verão do amor’. Foi então que conheceu o rapaz de cachos bastos que seria sua primeira grande paixão – o futuro fotógrafo Robert Mapplethorpe, para quem Patti prometeu escrever este livro, antes que ele morresse de aids, em 1989. ‘Só Garotos’ é uma autobiografia nada convencional. Tendo como pano de fundo a história de amor entre Patti e Mapplethorpe, o livro é também um retrato confessional da contracultura americana dos anos 1970. Muitas vezes sem dinheiro e sem emprego, mas com disposição e talento, os dois viveram intensamente períodos de grandes transformações e revelações – até mesmo quando Robert assume ser gay ou quando suas imagens ousadas e polêmicas começam a ser reconhecidas e aclamadas pelo mundo da arte.

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