Arquivos Clássicos Contemporâneos | Página 2 de 3 | Minha Vida Literária
30

out
2015

[Resenha] Vá, coloque um vigia – Harper Lee

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Título: Vá, coloque um vigia
Autor: Harper Lee
Editora: José Olympio
Número de Páginas: 252
Data de Publicação: 2015
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Jean Louise Finch, mais conhecida como Scout, a heroína inesquecível de O sol é para todos, está de volta à sua pequena cidade natal, Maycomb, no Alabama, para visitar o pai, Atticus. Vinte anos se passaram. Estamos em meados dos anos 1950, no começo dos debates sobre segregação, e os Estados Unidos estão divididos em torno de questões raciais. Confrontada com a comunidade que a criou, mas da qual estava afastada desde sua mudança para Nova York, Jean Louise passa a ver sua família e amigos sob nova perspectiva e se espanta com inconsistências referentes à ética e a pensamentos nos âmbitos político, social e familiar.Vá, coloque um vigia é o segundo romance de Harper Lee, mas foi escrito antes do mítico O sol é para todos, que recebeu o Prêmio Pulitzer em 1961. Este livro inédito marca o retorno, após 65 anos de silêncio, de uma das maiores escritoras americanas do século XX.

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29

set
2015

[Resenha] Feliz Ano Velho – Marcelo Rubens Paiva

Feliz Ano Velho

Título: Feliz Ano Velho
Autor: Marcelo Rubens Paiva
Editora: Alfaguara
Número de Páginas: 272
Ano de Publicação: 2015
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Feliz ano velho é o primeiro livro de Marcelo Rubens Paiva. Aos vinte anos, ele sobe em uma pedra e mergulha numa lagoa imitando o Tio Patinhas. A lagoa é rasa, ele esmigalha uma vértebra e perde os movimentos do corpo. Escrito com sentido de urgência, o livro relata as mudanças irreversíveis na vida do garoto a partir do acidente. Ele é transferido de um hospital a outro, enfrenta médicos reticentes, luta para conquistar pequenas reações do corpo. Aos poucos, se dá conta de sua nova realidade, irreversível. E entende que é preciso lutar. O texto expressa a irreverência e a determinação da juventude, mesmo na adversidade, e a compreensão precoce “de que o futuro é uma quantidade infinita de incertezas.

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10

jul
2015

[Resenha] Mal-entendido em Moscou – Simone de Beauvoir

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Título: Mal- entendido em Moscou
Autor: Simone de Beauvoir
Editora: Record
Número de Páginas: 144
Ano de Publicação: 2015
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Um livro inédito de Simone de Beauvoir, publicado pela primeira vez na França em 1992. André e Nicole, dois professores universitários aposentados que sentem o peso da idade, viajam para a União Soviética pela segunda vez na vida. Lá, encontram a filha do primeiro casamento de André, Macha, uma mulher decidida que vive na grande experiência do socialismo do século XX. Assim, inicia-se uma série de mal-entendidos relacionados a questões individuais e coletivas – a não comunicação, a ideia de envelhecer, o amor de longa data, o papel e a identidade da mulher, as expectativas políticas etc. Mal-entendido em Moscou, que se vale das experiências de Simone de Beauvoir e de seu marido, Jean-Paul Sartre, em viagem à União Soviética, é um tocante relato sobre decepções políticas e sentimentais que lançam uma luz sobre a singularidade de nossa existência.
“Neste texto inédito, Simone de Beauvoir narra a crise existencial suprema. ”
Le Figaro

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20

mar
2015

[Resenha] Amiga de Juventude – Alice Munro

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Título: Amiga de Juventude
Autor: Alice Munro
Editora: Editora Globo- Biblioteca Azul
Número de Páginas: 304
Ano de Publicação: 2014
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Amiga de juventude apresenta dez contos nos quais a ven-cedora do prêmio Nobel de Literatura 2013 se concentra na delicadeza dos relaciona-mentos. Amizades, casamentos, relações entre pais e filhos são os pontos centrais destas narrativas, nas quais os personagens são levados a confrontar seus sentimentos mais íntimos. O livro enfoca as diferentes formas como o desejo, a paixão e o afeto resistem, se confundem ou mudam com a passagem dos anos. A autora parte de episódios cotidi-anos para se aprofundar na complexidade das personagens, que em várias histórias são também narradores que confrontam o próprio passado, suas expectativas e erros. Uma conversa entre amantes ou um sonho são o suficiente para despertar conflitos inespera-dos. A tradução de Elton Mesquita procura respeitar as minúcias do estilo da escritora e o texto em português mantém a fluidez do realismo doméstico e as intermitências do testemunho pessoal.Certamente uma das autoras mais relevantes da atualidade, Munro parece renovar-se em suas histórias ao atrair o leitor para cidades pequenas, vizinhanças de classe média e envolvê-lo em tensões familiares, desejos imprevisíveis e num clima de violência iminente e desesperada.Quarto livro da autora lançado pela Biblioteca Azul, Amiga de juventude reflete figuras ambíguas, com pouca chance de uma iluminação precisa, sem deixar de lado o realismo com o qual a autora flerta a todo momento.

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13

mar
2015

[Resenha] Risíveis Amores – Milan Kundera

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Título: Risíveis Amores
Autor: Milan Kundera
Editora: Companhia das Letras – Companhia de Bolso
Número de Páginas: 264
Ano de Publicação: 2012
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Um homem diz que crê em Deus para conquistar uma garo-ta e acaba descobrindo as virtudes da devoção a um deus que ele sabe inexistente. Na-morados fingem que não se conhecem, e aos poucos percebem como são, de fato, dois estranhos. Um mentiroso hábil brinca com as pessoas, mas elas são tão crédulas que ele perde o controle da situação. Nos sete contos de ‘Risíveis amores’, Milan Kundera pro-cura retirar do amor e do sexo a seriedade que costuma recobri-los. As situações se de-senvolvem a partir de um mal-entendido, de um jogo com o outro. A mentira – ou a a arte de iludir e ser iludido – está sempre em foco. Mas o engano, que se inicia pela brin-cadeira, revela como o autoengano governa todos os aspectos da vida. Não são apenas histórias de amor que fazem rir. São, também, histórias sobre tentativas de repor alguma verdade à experiência amorosa.

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19

dez
2014

[Resenha] Middlesex – Jeffrey Eugenides

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Título: Middlesex
Autor: Jeffrey Eugenides
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas:  576
Ano de Publicação: 2014
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Narrado por uma personagem hermafrodita, o segundo romance de Jeffrey Eugenides, autor de “As virgens suicidas”, é um épico intergeracional e intersexual. Vencedor do Pulitzer em 2003, “Middlesex” está a cada dia mais atual. “Nasci duas vezes: primeiro como uma bebezinha, em janeiro de 1960, num dia notável pela ausência de poluição no ar de Detroit; e de novo como um menino adolescente, numa sala de emergências nas proximidades de Petoskey, Michigan, em agosto de 1974.” Ironicamente, Calíope Stephanides está morando em Berlim, cidade que por décadas se viu dividida, quando começa a relembrar sua própria história, marcada pelo desvio e pela busca de unidade. Sua narrativa percorre então três gerações da família greco-americana Stephanides, tendo como ponto de partida o começo do século XX, quando seus avós deixam um vilarejo nas encostas do Monte Olimpo para se instalar em Detroit, nos Estados Unidos. Em plena Lei Seca, a Cidade dos Motores? experimenta seus dias de glória, até que eclodem os protestos da população negra, em julho de 1967, que obrigam a família a se mudar para Michigan. Nesta altura, Callie é uma menina de doze anos. Para entender o que a tornou tão diferente das outras meninas, Calíope precisa investigar segredos de família e a espantosa história de uma mutação genética que atravessa as décadas e a transformará em Cal, um dos mais audaciosos narradores da ficção contemporânea. Sofisticado, recheado de referências literárias, e ao mesmo tempo envolvente, Middlesex é uma reinvenção do épico americano, que alia as tradicionais sagas familiares à mais virtuosa narrativa pós-moderna. Um romance intergeracional e intersexual, vencedor do Pulitzer em 2003.

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