Arquivos Resenha - Página 169 de 224 - Minha Vida Literária
Minha Vida Literária
26

set
2014

[Resenha] O Condado de Citrus – Pântanos, Paixões e Picadas de Mosquito – John Brandon

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Título: O Condado de Citrus – Pântanos, Paixões e Picadas de Mosquito
Autor: John Brandon
Editora: Galera Record
Número de Páginas: 288
Ano de Publicação: 2014
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A Flórida do condado de Citrus não se parece em nada com aquelas imagens de televisão, com um clima convidativo, coqueiros e surfistas. Shelby Register, de quatorze anos, se muda para a cidade com cheiro de pântano com seu pai e irmã após a morte da mãe. Talvez a única coisa que a interesse seja o tal Toby McNurse, um delinquente sem cura que cumpre suas dezenas de detenções acumuladas. Já Toby não vê sentido na vida, nas paixões dos adultos, nas diversões dos amigos. Só sabe, em seu âmago, que está em seu destino fazer o mal. E ao observar as angelicais irmãs Register, sabe que o chamado de sua alma está prestes a ser atendido. • “Um escritor para ficar de olho, reler e invejar.” – Tom Franklin • “Brandon escreve sobre cansaço, saudade e por fim amor com energia e espirituosidade que são triunfantes e inteiramente suas.” – Deb Olin Unferth • “John Brandon é um franco-atirador da prosa – metade Denis Johnson, metade Elmore Leonard.” – Davy Rothbart

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24

set
2014

[Resenha] Juvenília – Jane Austen & Charlotte Brontë

Juvenília - Austen & Brontë
Título: Juvenília
Autor: Jane Austen; Charlotte Brontë
Editora: Penguin – Companhia das Letras
Número de Páginas:  472
Data de Lançamento: 2014
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“À primeira vista, Jane Austen e Charlotte Brontë parecem radicalmente opostas. Austen representa a elegância e a proporção neoclássica, parodiando excessos literários e criticando as fraquezas humanas. Brontë, por sua vez, imprime em sua escrita toda a paixão e a extravagância do espírito romântico, não raro com forte influência da fantasia. Numa época em que a literatura popular era considerada perigosa para a mente das jovens, a erudição precoce, a originalidade e a liberdade de espírito aproximam essas duas autoras. Ambas tinham como personagens centrais mulheres, sendo responsáveis pelos retratos mais marcantes de lealdade e dedicação feminina da literatura inglesa. E ambas constroem as suas heroínas como produtos do condicionamento feminino da época, cujas expectativas sociais eram muito restritas. Austen e Brontë tiveram uma produção bastante fértil na juventude, reunida neste livro, a qual parece encontrar uma espécie de equilíbrio no conflito entre a moral individual e social, criando heroínas complexas que se destacam por sua coragem e independência.”

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19

set
2014

[Resenha] Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa – Carol Rifka Brunt

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Título: Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa
Autor: Carol Rifka Brunt
Editora: Novo Conceito
Número de Páginas:  464
Ano de Publicação: 2014
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Só existe uma pessoa no mundo inteiro que compreende June Elbus, de 14 anos. Essa pessoa é o seu tio, o renomado pintor Finn Weiss. Tímida na escola, vivendo uma relação distante com a irmã mais velha, June só se sente “ela mesma” na companhia de Finn; ele é seu padrinho, seu confidente e seu melhor amigo. Quando o tio morre precocemente de uma doença sobre a qual a mãe de June prefere não falar, o mundo da garota desaba. Porém, a morte de Finn traz uma surpresa para a vida de June – alguém que a ajudará a curar a sua dor e a reavaliar o que ela pensa saber sobre Finn, sobre sua família e sobre si mesma. No funeral, June observa um homem desconhecido que não tem coragem de se juntar aos familiares de Finn. Dias depois, ela recebe um pacote pelo correio. Dentro dele há um lindo bule que pertenceu a seu tio e um bilhete de Toby, o homem que apareceu no funeral, pedindo uma oportunidade para encontrá-la. À medida que os dois se aproximam, June descobre que não é a única que tem saudades de Finn. Se ela conseguir confiar realmente no inesperado novo amigo, ele poderá se tornar a pessoa mais importante do mundo para June. “Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa” é uma história sensível que fala de amadurecimento, perda do amor e reencontro, um retrato inesquecível sobre a maneira como a compaixão pode nos reconstruir.

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16

set
2014

[Resenha] A Namorada do Meu Amigo – Graciela Mayrink

A Namorada Do Meu Amigo
Título: A Namorada do Meu Amigo
Autor: Graciela Mayrink
Editora: Novas Páginas
Número de Páginas:  336
Ano de Publicação: 2014
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Quando voltou das férias de verão, Cadu não imaginava a confusão em que a sua vida se transformaria. Era para ser um ano normal, mas ele entrou em uma enrascada e está correndo o risco de perder a amizade do cara mais legal do mundo. O que fazer quando a namorada do seu amigo vira uma obsessão para você? Os churrascos da turma da faculdade talvez ajudem a esquecer Juliana, e, se depender do esforço do divertido Caveira, não faltarão garotas gente boa para preencher o coração de Cadu. Mas não adianta forçar… Quem consegue mandar no coração? Alice, a irmã de Beto, é só mais uma das dores de cabeça que Cadu tem que enfrentar. A vida inventa cada cilada!

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12

set
2014

[Resenha] Arrabal e a Noiva do Capitão – Marisa Ferrari

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Título: Arrabal e a Noiva do Capitão
Autor: Marisa Ferrari
Editora: Novas Páginas
Número de Páginas:  368
Ano de Publicação: 2014
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Giordano e Giuseppe são idênticos na aparência, mas suas almas não poderiam ser mais diferentes. O bravo Giordano é o capitão-chefe da Guarda Real. Giuseppe é um ator de coração puro e alegria contagiante que viaja com sua trupe para se apresentar nas praças e castelos da região. De caráter inflexível, Giordano tem como sua maior missão proteger o Rei. Por sua vez, o sonhador Giuseppe deseja escrever uma peça de teatro com diálogos, o que seria uma inovação para a época. Embora não sejam propriamente amigos, os dois irmãos vivem uma espécie de acordo de cavalheiros, respeitando o espaço um do outro e lidando com o delicado estado de saúde de sua mãe. Até que a formosa Luigia acaba com a paz da família Romanelli. Arrabal e a Noiva do Capitão nos transporta para a incrível Nápoles do século 18, magistralmente reconstruída por Marisa Ferrari. Uma história que resgata a magia do teatro e nos convida a compreender a beleza que existe nas contradições.

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