Arquivos Não-Ficção - Página 8 de 13 - Minha Vida Literária
Minha Vida Literária
05

ago
2015

[Resenha] Só por hoje e para sempre – Renato Russo

so-por-hoje-e-para-sempre-minha-vida-literariaTítulo: Só por hoje e para sempre
Autor: Renato Russo
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 168
Ano de Publicação: 2015
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Entre abril e maio de 1993, Renato Russo passou vinte e nove dias internado numa clínica de reabilitação para dependentes químicos no Rio de Janeiro. Durante esse período, o músico seguiu com total dedicação os Doze Passos, programa criado pelos fundadores dos Alcoólicos Anônimos, que incluía um diário e outros exercícios de escrita. É este material inédito que vem à tona depois de mais de vinte anos em Só por hoje e para sempre, graças ao desejo de Renato de ter sua obra publicada postumamente. Entremeando as memórias do líder da Legião Urbana com passagens de autoanálise e um olhar esperançoso para o futuro, este relato oferece a seus fãs, além de valioso documento histórico, um contato íntimo com o artista e um exemplo decisivo de superação.

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25

jun
2015

[Resenha] O Mago – Fernando Morais

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Título: O Mago
Autor: Fernando Morais
Editora: Novas Páginas
Número de Páginas: 640
Ano de Publicação: 2015
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Sem medo da polêmica, O Mago desnuda o passado de um homem que viveu intensamente os seus anos loucos. Nenhum tema foi proibido e nada foi tratado de maneira superficial: do desbunde em plena onda hippie à conexão com o misticismo, que transformaria a persona do escritor em guru espiritual das massas. Das práticas de satanismo à peregrinação pelo caminho de Santiago de Compostela. Da Sociedade Alternativa à vida de celebridade pop. Das acusações de plágio à consagração em países tão distantes quanto Rússia e Arábia Saudita. Nessa devassa consentida, Paulo Coelho entregou seus 170 diários e um baú de relíquias ao genial jornalista investigativo Fernando Morais, que traçou um retrato preciso e impressionante do maior fenômeno literário já visto no Brasil. Paulo Coelho é o autor mais vendido da língua portuguesa de todos os tempos. Foram mais de 150 milhões de exemplares em mais de 150 países. Seus livros foram traduzidos para nada menos que 66 idiomas. Sobre a natureza chocante das revelações, o biografado revelaria, tempos depois: Com a leitura de O Mago consegui dormir em paz pela primeira vez em muitos anos . Se a exposição frenética de tragédias e fraquezas pode parecer agressiva para muitos, para Paulo Coelho foi libertadora.

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10

abr
2015

[Resenha] Cartas Extraordinárias – Shaun Usher

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Título: Cartas Extraordinárias
Autor: Shaun Usher
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 368
Ano de Publicação: 2014
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Do comovente bilhete suicida de Virginia Woolf à receita que a rainha Elizabeth II enviou ao presidente americano Eisenhower; do pedido especi-al que Fidel Castro, aos catorze anos, faz a Franklin D. Roosevelt, à carta em que Gan-dhi suplica a Hitler que tenha calma; e da bela carta em que Iggy Pop dá conselhos a uma fã atormentada ao genial pedido de emprego de Leonardo da Vinci – ‘Cartas extra-ordinárias’ é uma celebração do poder da correspondência escrita, que captura o humor, a seriedade e o brilhantismo que fazem parte da vida de todos nós. Esta coletânea de mais de 125 cartas oferece um olhar inédito sobre os eventos e as pessoas notáveis da nossa história. O livro reproduz a maior parte dos fac-símiles das missivas, com sua transcrição e uma breve contextualização, além de ser ricamente ilustrado com fotogra-fias e documentos. A engenhosa organização de Shaun Usher cria uma experiência de leitura que proporciona muitas descobertas, e cada nova página traz uma bela surpresa para o leitor.

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08

abr
2015

[Resenha] Ísis Americana: A Vida e a Arte de Sylvia Plath – Carl Rollyson

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Título: Ísis Americana- A Vida e a Arte de Sylvia Plath
Autor: Carl Rollyson
Editora: Bertrand Brasil
Número de Páginas: 392
Ano de Publicação: 2015
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A vida e a obra de Sylvia Plath assumiram proporções len-dárias. Educada na Smith College, uma faculdade particular de artes para mulheres, a escritora norte-americana manteve um relacionamento conflituoso com a mãe, Aurelia, e, após o casamento com o poeta Ted Hughes, foi absorvida pelo redemoinho da consa-gração literária. Seus poemas foram disputados, rejeitados, aceitos e, por fim, aclamados por leitores de todo o mundo. Aos 30 anos, Sylvia cometeu suicídio enfiando a cabeça num forno enquanto os filhos dormiam no andar de cima, em quartos que ela vedara contra o gás venenoso. Ariel, uma coletânea de poemas escritos numa velocidade avas-saladora durante seus derradeiros meses de vida, tornou-se um clássico moderno. Seu único romance, A redoma de vidro, passou a fazer parte do cânone literário, constando em listas de leituras para estudantes de vários países.Nesta biografia a primeira a utilizar materiais recém-integrados aos arquivos de Ted Hughes na Biblioteca Britânica , Carl Rollyson nos apresenta uma Sylvia Plath poderosa, que abraçou tanto a baixa quanto a alta cultura para se transformar na Marilyn Monroe da literatura contemporânea.

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02

jan
2015

[Resenha] O Diário de Anne Frank – Anne Frank

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Título: O Diário de Anne Frank
Autor: Anne Frank
Editora: Record
Número de Páginas:  416
Ano de Publicação: 2014
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12 de junho de 1942 – 1º de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de longos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente foi para Auschwitz, e mais tarde para Bergen-Belsen. A força da narrativa de Anne, com impressionantes relatos das atrocidades e horrores cometidos contra os judeus, faz deste livro um precioso documento. Seu diário já foi traduzido para 67 línguas, e é um dos livros mais lidos do mundo. Ele destaca sentimentos, aflições e pequenas alegrias de uma vida incomum, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a fé inabalável na religião e, principalmente, revela a rara nobreza de um espírito amadurecido no sofrimento. Um retrato da menina por trás do mito.

 

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