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Minha Vida Literária
28

jun
2013

[Resenha] Abandono – Meg Cabot

Título: Abandono
Autor: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Número de Páginas: 304
Ano de Publicação: 2013
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Pierce tem dezessete anos de idade e sabe o que acontece quando morremos. É assim que ela conheceu John Hayden, o misterioso estranho que a fez voltar à vida normal — ao menos a vida que Pierce conhecia antes do acidente — quase inacreditável. Embora ela pense que escapou dele — começando em uma nova escola em um novo lugar —, confirma-se que ela estava errada. Ele a encontra. O que John quer dela? Pierce acha que sabe… Também acha que ele não é um anjo da guarda, e seu mundo sombrio não é exatamente o céu. Mas ela não consegue ficar longe dele, especialmente porque ele está sempre lá quando ela menos espera, exatamente quando ela mais precisa. Mas se ela deixar cair qualquer coisa, ela pode se ver no lugar que mais teme. E quando Pierce descobre uma verdade chocante, sabe de onde John a salvou: o submundo.

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17

jun
2013

Sweet Sixteen à la Distópicos

Sweet Sixteen é a comemoração do aniversário de 16 anos de garotas na América do Norte, semelhante às festas de 15 anos das brasileiras. Em alguns livros distópicos juvenis atuais, entretanto, os jovens não recebem exatamente festas de aniversários ao atingir essa idade…

Ao invés disso, as tradições podem ser um pouquinho diferentes.
Vamos conferir como?

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07

jun
2013

[Resenha] Divergente – Veronica Roth

Título: Divergente
Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Número de Páginas: 502
Ano de Publicação: 2012
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Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

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18

mar
2013

Delírios após “Delírio”

Muitas vezes, um livro mexe comigo a ponto de me deixar pensando nele por bastante tempo. Invariavelmente, quando penso demais em algo, sinto a vontade de escrever sobre isso. Delírio me causou essa vontade e, dessa vez, resolvi dividir com vocês o resultado de minhas reflexões.
Portanto, o post de hoje será um pouco diferente do que costumo fazer por aqui.
Eu espero que vocês gostem!
Pense numa sociedade sem amor.
Seria maravilhoso estar livre do sofrimento que o sentimento proporciona, não seria? Se o amor não existisse, Romeu e Julieta teriam tido mais vida para viver em suas histórias, Bentinho não teria ganhado o apelido de “Casmurro” após o descontentamento pela possível traição de Capitu, e Heathcliff não teria enlouquecido em seu Wuthering Heights.
Baseado nessa lógica, o amor surge como uma doença em “Delírio”.

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