Oi queridos!
Vamos conferir algumas das novidades editoriais de mês mais lindo do ano (vulgo Outubro), seguidas dos meus breves – ou não tão breves – comentários sobre elas?
Lembrando que alguns dos títulos podem ainda estar/entrar em pré-venda!
out
2016
Oi queridos!
Vamos conferir algumas das novidades editoriais de mês mais lindo do ano (vulgo Outubro), seguidas dos meus breves – ou não tão breves – comentários sobre elas?
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out
2016

Título: The 42nd St. Band. Romance de Uma Banda Imaginária
Autor: Renato Russo
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 216
Ano de Publicação: 2016
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Entre os quinze e os dezesseis anos, enquanto convalescia de epifisiólise (rara doença óssea), Renato Russo — à época, ainda chamado Renato Manfredini Jr., em Brasília — criou a história de um grupo de rock formado em 1974, em Londres, a partir do encontro de ícones como Mick Taylor, dos Rolling Stones, e outros roqueiros imaginados pelo futuro líder da Legião Urbana. Da origem à separação da banda, passando por momentos de sucesso astronômico, Renato pensou em cada detalhe. A partir do personagem Eric Russell, figura central da 42nd St. Band, nasceria Renato Russo, um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos, que tem, portanto, sua gênese revelada neste estrondoso romance inédito.
set
2016
Título: Poética
Autor: Ana Cristina Cesar
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 503
Ano de Publicação: 2013
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Ana Cristina Cesar deixou em sua breve passagem pela literatura brasileira do século XX uma marca indelével. Tornou-se uma das mais impor-tantes representantes da poesia marginal que florescia na década de 1970, justamente pela singularidade que a distanciava das ‘leis do grupo’. Criou uma dicção muito própria, que conjugava a prosa e a poesia, o pop e a alta literatura, o íntimo e o universal, o masculino e o feminino – pois a mulher moderna e liberta, capaz de falar abertamente de seu corpo e de sua sexualidade, derramava-se numa delicadeza que podia conflitar, na visão dos desavisados, com o feminismo enérgico, característico da época. Entre frag-mentos de diário, cartas fictícias, cadernos de viagem, sumários arrojados, textos em prosa e poemas líricos, Ana Cristina fascinava e seduzia seus interlocutores, num per-manente jogo de velar e desvelar. ‘Cenas de abril’, ‘Correspondência completa’, ‘Luvas de pelica’, ‘A teus pés’, ‘Inéditos e dispersos’, ‘Antigos e soltos’ – livros fora de catálogo há décadas estão agora novamente disponíveis ao público leitor, enriquecidos por uma seção de poemas inéditos, um posfácio de Viviana Bosi e um farto apêndice. A curado-ria editorial e a apresentação couberam ao também poeta, grande amigo e depositário, por muitos anos, dos escritos da carioca, Armando Freitas Filho. Esta obra reúne os vo-lumes independentes do começo da carreira aos livros póstumos da autora.
set
2016
Título: Só Garotos
Autor: Patti Smith
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 280
Ano de Publicação: 2010
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Crescida numa família modesta de Nova Jersey, Patti Smith trabalhou em uma fábrica e entregou seu primeiro filho para adoção, antes de se mandar para Nova York, com vinte anos, um livro de Rimbaud na mala e nada no bolso. Era o final dos anos 1960, e Patti teve de se virar como pôde – morou nas ruas de Manhattan, dividiu comida com um mendigo, trabalhou e dormiu em livrarias e até roubou os colegas de trabalho, enquanto conhecia boa parte dos aspirantes a artistas que partilhavam a atmosfera contestadora do ‘verão do amor’. Foi então que conheceu o rapaz de cachos bastos que seria sua primeira grande paixão – o futuro fotógrafo Robert Mapplethorpe, para quem Patti prometeu escrever este livro, antes que ele morresse de aids, em 1989. ‘Só Garotos’ é uma autobiografia nada convencional. Tendo como pano de fundo a história de amor entre Patti e Mapplethorpe, o livro é também um retrato confessional da contracultura americana dos anos 1970. Muitas vezes sem dinheiro e sem emprego, mas com disposição e talento, os dois viveram intensamente períodos de grandes transformações e revelações – até mesmo quando Robert assume ser gay ou quando suas imagens ousadas e polêmicas começam a ser reconhecidas e aclamadas pelo mundo da arte.
jul
2016
Oi queridos!
Vamos conferir algumas das novidades editoriais de Julho, seguidas dos meus breves comentários sobre elas?
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