Hoje trago pra vocês uma entrevista com a querida Graciela Mayrink, autora de Até Eu Te Encontrar!
Vamos conferir?
1. 1-)Quem é a Graciela Mayrink? Conte para nós um pouco da sua história!
Costumo dizer que sou uma pessoa normal, vida normal. Até os cinco anos fui uma capetinha, depois melhorei e passei a adolescência normalmente, sem dar trabalho aos meus pais. Aos 18 anos fui estudar agronomia em Viçosa e aos 24 fui fazer mestrado em Lavras. Dois anos e meio depois voltei para o Rio e fui trabalhar com minha irmã em jornalismo esportivo e em 2008 decidi largar tudo para seguir com a carreira de escritora. Foi quando escrevi Até Eu Te Encontrar. Sou uma pessoa calma, difícil me exaltar, que adora passar o tempo lendo e indo ao cinema.
Oi pessoal, tudo bem? Eis que a nossa coluna chega à sua edição de número 20! o/ Parece que foi ontem que recebi o convite da linda da Mi pedindo para que eu fosse colunista aqui do Minha Vida Literária. *-* Além de agradecer à Mi como sempre, também tenho que agradecer a cada um dia vocês que sempre leem, apoiam, comentam em minhas postagens aqui. Obrigada de verdade. 😀
Agora paremos com o melodrama e vamos ao que interessa, não é mesmo? haha Como vocês me pediram nos comentários na semana retrasada, voltei com a Parte II das palavras ligadas à moda! o/
Espero que vocês gostem dessa segunda edição tanto quanto gostaram da primeira. 🙂
– Saia Trompete –
Saia com modelagem justa nos quadris, abrindo a partir da altura do joelho em direção à barra.
– Cap Toe –
Semelhante ao modelo de calçado peep toe, porém difere-se por conter uma capa no bico do sapato de cor ou material diferente. O modelo foi criado nos anos 1950 por Coco Chanel, com o intuito de alongar as pernas e diminuir o tamanho dos pés.
– Prêt-a-porter –
Pronto para usar. Palavra surgiu com a industrialização da moda. Em inglês, também significa ready-to-wear (RTW). Diz-se dos desfiles onde as roupas já aparecem prontas para serem usadas, tais quais como estão, ao contrário de outros desfiles onde é comum mostrar “roupas de passarela”, ou seja, roupas que não necessariamente são para serem usadas do jeito que aparecem, mas servem para mostrar tendência, tecidos, conceitos, etc.
– Sapato Oxford –
Modelo de sapato de couro de amarrar, com recorte no bico, que originou outros modelos. (tenho um milhão desses sapatos e sou perdidamente apaixonada por eles).
Conjunto masculino usado em festas de gala, feito em tecido nobre, composto por paletó com gola acetinada e calças galonadas de cetim nas costuras laterais. Sua origem data de 1860, quando o Príncipe de Gales (posteriormente Rei Eduardo VII) mandou a empresa Henry Poole & Co. costurar-lhe um casaco para usar em jantares informais, como alternativa à casaca. Logo o casaco popularizou-se entre os aristocratas, sendo copiado inclusive por membros do Tuxedo Club, grupo privado fundado em 1886 na cidade de Tuxedo, Estados Unidos.
Posteriormente, foi adotado como uma vestimenta informal que os homens utilizavam para fumar, com o propósito de proteger as roupas do cheiro do tabaco. Em 1966, Yves Saint Laurent criou um dos ícones da libertação feminina, o terninho Le Smoking, com referência a esse traje masculino.
Palavra Bônus: – Deerstalker –
Tradicional boné masculino inglês de tweed utilizado para caça e, por esta finalidade, é também conhecido como “chapéu caçador”. Possui abas na frente e atrás, e algumas versões têm protetores para as orelhas, que podem ser amarradas debaixo do queixo para protegê-las do frio. No início do século 20 também foi utilizado por mulheres. É conhecido por compor o figurino do famoso personagem Sherlock Holmes.
Espero que tenham gostado! o/ E se quiserem sugerir algum tema ou assunto pra daqui a 15 dias, sintam-se à vontade. 🙂
Beijão e uma ótima semana para todos! o/
Olha só! Dessa vez tivemos até palava bônus!
O único que eu conhecia pelo nome, nessa lista, era o Smooking! Adorei ler sobre o Cap Toe!
Edição #20 já? Eu é que te agradeço, Pri, por trazer posts sempre tão interessantes pro blog ^^
E, claro, parabéns por suas colunas de sucesso aqui 😀
Título: Castelo de Cartas – Valete Autor: Camila Loricchio Editora: Publicação Independente Número de Páginas: 182 Ano de Publicação: 2011 Skoob:Adicione Compre:Site da Autora
Um incêndio. Uma garotinha retirada da casa em chamas, não se sabe por quem. Beatrice foi encontrada por Jeref sentada na calçada, em frente à casa pegando fogo, quando tinha apenas 5 anos. Ele, sem conseguir deixá-la lá, mas sem ter chances de verificar se mais alguém estava na casa devido ao avanço do incêndio, leva-a consigo e a cria como se fosse sua filha e de sua esposa, Dássia. Griff, que morava com o casal, é tido como irmão da garota, que cresce sem saber os mistérios envolvendo sua amada família, inclusive sem saber sua verdadeira origem.
“Parece, mas não é” é uma coluna onde trago livros que, ao ver a capa pela primeira vez, achei tratarem de um assunto, mas, ao ler suas sinopses, descobri que não tinham nada a ver com o que pensei!