Aione Simões, Autor em Minha Vida Literária - Página 455 de 527
Minha Vida Literária
31

jul
2012

[Vídeo] Na Caixinha do Correio – Julho (2012)

Oi gente!
Depois de um mês inteiro sem postar essa coluna, um novo vídeo vem ao ar!
Peço desculpas pelo final um pouco abrupto, mas é que acabou a memória da câmera nos segundos finais e eu achei desnecessário voltar a gravar, sendo que só cortou o meu “tchau”.
Eu sempre tento ir rápido, mas já aceitei o fato de que eu sempre falo demais e, as vezes, além do necessário. De qualquer forma, até que o vídeo não ficou tão grande! Espero que gostem 🙂
30

jul
2012

[Resultado] Semana Chick-Lit – Qual Seu Número?

E chega ao fim as semanas especiais em comemoração ao aniversário do blog!
Espero que vocês tenham gostado, foi ótimo para mim fazer esses posts para vocês!
Tentei fazer as promoções o mais simples possível para que todos pudessem participar, mas, ainda assim, precisei refazer o sorteio desse livro porque a primeira pessoa sorteada não cumpriu todas as regras informadas.
Sem mais demoras, vamos saber quem foi o último sortudo do mês?

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29

jul
2012

Coluna da Duhau #32 – Figuras de Sintaxe (ou de Linguagem)

Oi, pessoal. Tudo bom com vocês? Eu sei que andei meio sumidinha aqui do Minha Vida Literária, mas foi por causa de questões de saúde e por isso eu não pude postar a coluna no dia certo. Mas cá estou eu de volta para mais um domingo com vocês.
O tema de hoje é Figuras de Sintaxe, ou seja, “mecanismos” que são úteis para dar uma maior coesão gramatical a uma oração, nos auxiliando a dar mais sentido à frase.
Vamos conhecer algumas delas:

– Elipse –
Regra: Elipse é a omissão de um termo que o contexto ou a situação permitem facilmente suprimir.
Exemplo: “No mar, tanta tormenta e tanto dano.” Os Lusíadas – Luís de Camões (omissão do verbo “haver”).
Cuidado! A elipse é responsável por numerosos casos de derivação imprópria, ou seja, quando o termo expresso absorve o significado do termo omitido.
Ex.: a (cidade) capital, um (dente) canino, uma (igreja) catedral, uma folha (de papel), etc.
– Zeugma –
Regra: A zeugma é uma das formas da elipse. Consiste em fazer participar de dois ou mais enunciados um termo expresso em apenas um deles. É omitir na segunda oração um termo que já foi mencionado na primeira.
Exemplo: “Na vida dela houve só mudança de personagens; na dele mudança de personagens e de cenários.” (Na vida dele houve mudança…)
– Pleonasmo –
Regra: Como eu já havia dito no post sobre Vícios de Linguagem, o pleonasmo, se usado de maneira correta, é uma figura de linguagem, mas, se usado inutilmente, é considerado um vício de linguagem. Pleonasmo nada mais é que a superabundância de palavras para enunciar uma ideia.
Exemplo: “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal.” – Fernando Pessoa
– Hipérbato –
Regra: Hipérbato é a separação de palavras que pertencem ao mesmo sintagma, pela intercalação de um membro frásico. De forma genérica, hipérbato designa toda a inversão de ordem normal das palavras na oração.
Exemplo: “Do que a terra mais garrida / Teus risonhos, lindos campos têm mais flores.” Hino Nacional Brasileiro – Osório Duque Estrada





– Prolepse –

Regra: Prolepse, também conhecida como Antecipação, é uma figura de sintaxe onde ocorre o deslocamento de um termo de uma oração para outra que a precede. É um recurso narrativa com o qual se pode descrever o futuro.
Exemplo:O próprio ministro dizem que não gostou do ato.” – Machado de Assis   




Por hoje é só, pessoal. Mas, como de costume, deixei várias figuras de sintaxe de fora dessa lista, então acho que vocês já podem esperar a parte II. De qualquer maneira, espero que tenham gostado. ^^ Até a próxima!


Beijo e uma ótima semana a todos! o/





28

jul
2012

Post Surpresa da Semana Chick-Lit: Visão Masculina

    Chick-Lit é um gênero literário que surgiu em meados dos anos 90, com a publicação de livros como “Diário de Bridget Jones” da escritora britânica Helen Fielding. Esses livros trazem o mundo feminino de forma bem humorada, abordando questões envolvendo a mulher moderna. Os livros geralmente apresentam protagonistas mulheres, com feminilidade acentuada, variando em características como etnia, idade, condição social, estado civil, carreira e religião. Embora possam incluir elementos do romance, os chick-lits não são uma subcategoria do gênero. A relação sentimental pode ser tanto familiar quanto romântica, varia de obra para obra.
 
    O termo chick-lit é uma junção de “chick”, gíria americana que significa mulher jovem e iluminada, e a abreviação de literatura, “lit”. Em 1995, Cris Mazza e Jeffrey DeShell usaram, ironicamente, o termo como título para a sua antologia “Chick-Lit: Ficção Pós-Feminista”, assim, o gênero foi definido como um tipo de pós-feminismo que ia além do sexo feminino como vítima, para incluir ficção que falava com amplitude sobre experiências femininas, como namoro, sexo e etc.

      Como já citei, “Diário de Bridget Jones” foi um dos precursores, mas antes desse veio ainda o livro “Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York”, que foi relançado recentemente pela editora Bertrand Brasil, inclusive. Além desses, ainda temos os bestsellers “Sex and the City” de Candace Bushnell e “Melancia” de Marian Keyes, livros que ajudaram a estabelecer o gênero na atualidade. Além dessas autoras, têm destaque: Sophie Kinsella (série Becky Bloom), Lauren Weisberger (O Diabo Veste Prada), Emily Giffin (O Noivo da Minha Melhor Amiga) e Meg Cabot (série O Diário da Princesa). Hoje em dia, o gênero é um dos que mais vende no mercado literário, tendo, inclusive, selo diferenciado em algumas editoras.

    Quando a Mi me convidou para escrever a postagem, não precisei pensar duas vezes antes de aceitar. Chick-lit é um gênero que me interessa imensamente, um dos que mais gosto. Isso soa estranho, um homem lendo chick-lit? As pessoas criticam muito homens que lêem livros “feitos para mulheres”, mas já se perguntaram se estes livros são realmente leituras apenas de mulheres? Eu acho que não precisa ser uma mulher para ler chick-lit, assim como não precisa ser homem para ler livros cheios de batalhas e mortes, como os da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”. As mulheres costumam dizer que os homens não as compreendem, mas se esses livros falam sobre o cotidiano feminino, não seria um “empurrãozinho” para os homens terem uma noção do que se passa na cabeça delas? As inseguranças, a forma como elas vêem o sexo e os homens… E isso me interessa, saber como as mulheres nos vêem.

Minhas primeiras leituras do gênero foram “Diário de Bridget Jones” e “Presentes da Vida” e são livros que me marcaram, de certa forma. São meus chick-lits favoritos. Em vários momento me senti ligado à Bridget, de “Diário de Bridget Jones” (claro), pois temos personalidades parecidas. Ela é desastrada, tem momentos de depressão, mas, apesar de tudo, é bem humorada. Tem seus receios e inseguranças em relação aos homens e consegui compreender o motivo dessa insegurança. Às vezes, as mulheres não se sentem bem com uma roupa ou não estão confortáveis com seu peso, mas, na maioria das vezes, estão pensando no homem, no que ele vai achar disso.  E sim, mulheres, nós, homens, reparamos no penteado novo, na roupa nova e a maquiagem para aquele dia especial, mesmo que nós não comentemos o quanto gostamos de tudo. Toda insegurança acaba sendo em vão, às vezes.
E a Darcy, de “Presentes da Vida”, nossa, ela me fez refletir demais! Ela é a prova de que as pessoas podem mudar. A leitura veio no momento certo da minha vida; eu precisava daquela leitura.

      E por isso recomendo a leitura desses livros a todas as pessoas, não a uma mulher, não a um homem, apenas àqueles que procuram um livro descontraído, que fale sobre uma das melhores coisas da vida: as mulheres. 

 

27

jul
2012

[Resenha] Como Quase Namorei Robert Pattinson – Carol Sabar

Título: Como (Quase) Namorei Robert Pattinson Autor: Carol Sabar Editora: Jangada Número de Páginas: 464 Ano de Publicação: 2011 Skoob: Adicione Orelha de Livro: Adicione Compare e Compre: Buscapé

Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Já perdeu a conta de quantas vezes leu os livros da série e assistiu aos filmes. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs do Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Sua obsessão ganha fôlego com uma temporada de estudos em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Percebe, então, que uma mudança radical em seu comportamento “crepuscólico” é mais do que urgente. O que ela não esperava era conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson! Apaixonante, lindo, rico, misterioso e ambíguo, Miguel acaba se tornando um desejo mais inacessível para Duda do que o próprio astro de Hollywood. Uma história cheia de humor, aventuras e reviravoltas, para você chorar de rir!

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