Aione Simões, Autor em Minha Vida Literária - Página 352 de 527
Minha Vida Literária
30

set
2014

[Resenha] O Livro Dos Vilões – Cecily von Ziegesar, Carina Rissi, Diana Peterfreund, Fábio Yabu

Juvenília - Austen & Brontë
Título: O Livro Dos Vilões
Autor: Cecily von Ziegesar, Carina Rissi, Diana Peterfreund, Fábio Yabu
Editora: Galera Record
Número de Páginas:  320
Data de Lançamento: 2014
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“Organizado da mesma forma que ‘O Livro Das Princesas’ – também com o esquema de dois populares autores nacionais, e dois nomes famosos do exterior – ‘O Livro Dos Vilões’ reúne estes autores para uma coletânea de contos sobre vilões icônicos dos contos de fadas. As irmãs de Cinderela? Malévola? Madrastas e lobos? Carina Rissi, Cecily Von Ziegesar, Diana Peterfreund e Fábio Yabu estão aqui com a mensagem: este não é um livro tão bonzinho quanto o seu antecessor. · Cecily Von Ziegesar é a popular autora das séries It Girl e Gossip Girl, esta última que inspirou o seriado na televisão. · Diana Peterfreund é autora das séries Sociedade Secreta e Caçadora de Unicórnios. · Carina Rissi é autora dos populares Procura-se um marido e Perdida, publicados pela editora Verus, que já venderam mais de 40 mil exemplares no Brasil. · Fábio Yabu já publicou, pela Galera, seu livro A última princesa.”

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24

set
2014

[Resenha] Juvenília – Jane Austen & Charlotte Brontë

Juvenília - Austen & Brontë
Título: Juvenília
Autor: Jane Austen; Charlotte Brontë
Editora: Penguin – Companhia das Letras
Número de Páginas:  472
Data de Lançamento: 2014
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“À primeira vista, Jane Austen e Charlotte Brontë parecem radicalmente opostas. Austen representa a elegância e a proporção neoclássica, parodiando excessos literários e criticando as fraquezas humanas. Brontë, por sua vez, imprime em sua escrita toda a paixão e a extravagância do espírito romântico, não raro com forte influência da fantasia. Numa época em que a literatura popular era considerada perigosa para a mente das jovens, a erudição precoce, a originalidade e a liberdade de espírito aproximam essas duas autoras. Ambas tinham como personagens centrais mulheres, sendo responsáveis pelos retratos mais marcantes de lealdade e dedicação feminina da literatura inglesa. E ambas constroem as suas heroínas como produtos do condicionamento feminino da época, cujas expectativas sociais eram muito restritas. Austen e Brontë tiveram uma produção bastante fértil na juventude, reunida neste livro, a qual parece encontrar uma espécie de equilíbrio no conflito entre a moral individual e social, criando heroínas complexas que se destacam por sua coragem e independência.”

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