[Resenha] E Viveram Felizes Para Sempre — Julia Quinn | Minha Vida Literária
Minha Vida Literária
24

dez
2020

[Resenha] E Viveram Felizes Para Sempre — Julia Quinn

Alguns finais são apenas o começo…
Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos…
Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza.
Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes?
A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton.
Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.

 

Ficha Técnica

Título: E Viveram Felizes Para Sempre
Título original: The Bridgertons: Happily Ever After
Autor: Julia Quinn
Tradução: Viviane Diniz
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 256
Ano de Publicação: 2016
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Resenha: E Viveram Felizes Para Sempre

Peguei E Viveram Felizes Para Sempre para retornar ao universo Bridgerton antes da estreia da série adaptada pela Netflix dos livros de Julia Quinn. Tendo finalizado a leitura do último volume há vários anos, foi uma boa maneira de refrescar a memória e matar a saudade de personagens tão queridos.

A antologia reúne nove diferentes contos, dos quais oito correspondem a um segundo epílogo de cada livro da série e o nono traz um pouco mais da história de Violet, matrona dos Bridgertons. Dessa maneira, é como se Julia Quinn contasse aos leitores um pouco mais do que aconteceu a cada casal após seus finais felizes.

Como os contos são bastante curtos, entre vinte e trinta páginas cada, é possível fazer a leitura de E Viveram Felizes Para Sempre muito rapidamente, ainda que o livro como um todo passe das 250 páginas. A escrita típica de Julia Quinn constrói uma narrativa ágil, bem-humorada e sensual que, aliada aos personagens já conhecidos por nós, nos faz devorar as histórias e ansiar pelas seguintes. Mesmo que eu não desejasse ler tudo em um só dia, fui incapaz de me conter e terminei a obra antes mesmo que eu me desse conta.

Os contos estão dispostos na ordem de publicação dos romances, mas não seguem uma ordem cronológica. Alguns se passam muitos anos após o final de seu respectivo título, trazendo, inclusive, filhos adultos de alguns dos casais protagonistas, ao passo que outros acontecem pouco tempo após a finalização da obra a que se refere. Dessa maneira, transitar pelos diferentes epílogos possibilita acompanhar uma variada gama de momentos da família Bridgerton, apresentada em épocas diversas. Como também os personagens acabam aparecendo uns nos epílogos dos outros, podemos aproveitar bastante de cada um.

No geral, o que Julia Quinn buscou fazer em E Viveram Felizes Para Sempre foi responder a algumas curiosidades dos leitores sobre cada romance da série Bridgerton que surgiram ao final dos enredos. A autora não só foi bem-sucedida em saciar esses interesses, como concebeu uma deliciosa homenagem aos seus livros mais famosos. Minha sensação por toda leitura foi de nostalgia e diversão, e finalizei a última página emocionada e grata por ter tido a oportunidade de retornar a esse universo. Senti saudades de cada livro e, confesso, fiquei bastante tentada a relê-los. Mais do que isso, adorei ter um extra sobre a vida dessa que é uma das minhas famílias favoritas da ficção. Meu conto favorito foi o de O Visconde Que Me Amava, que é, também, meu livro favorito da série. Dei gostosas risadas com Anthony e Kate, e, ao longo dos demais epílogos, fui me apaixonando mais um pouco pelo universo Bridgerton.





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5 Respostas para "[Resenha] E Viveram Felizes Para Sempre — Julia Quinn"

eliane - 24, dezembro 2020 às (14:31)

ola
acredita que só consegui completar essa serie agora nessa black friday ? comprei esse ultimo livro e agora é que vou começar a ler os livros .
que legal a autora trazer um pouco mais dos personagens que tenho certeza que cativou muitos leitores .

RUDYNALVA CORREIA SOARES - 24, dezembro 2020 às (23:46)

Aione!
O que gostei mais foi a forma diferente que a Julia escreveu esse livro.
Trazendo um final diferente para cada livro da série e reunindo todas as personagens de todos os livros.
Ela é demais!
cheirinhos
Rudy

Angela Cunha - 25, dezembro 2020 às (10:40)

Vou ter que me render aos livros dessa série rs
Com a chegada da adaptação ontem ou essa noite, sei lá, todo mundo não fala de outra coisa e eu fico aqui com cara de alface murcha,pois não li nenhum dos livros ainda.
E por isso, estou ansiosa pela série e agora os livros rs
Sacanagem!
Beijo

Anna Mendes - 25, dezembro 2020 às (11:52)

Oi Aione!
Adorei a resenha!
Não sou uma grande leitora de romances de época. Não é um gênero que me atrai e raramente leio algum livro nesse estilo.
Mas estaria mentindo se dissesse que não tenho curiosidade de ler a série dos Bridgertons. Só vejo comentários muito positivos sobre a série, dizendo como as histórias da autora são envolventes, divertidas e gostosas de ler.
Achei bem legal a autora ter lançado E Viveram Felizes Para Sempre, trazendo contos para matar a curiosidade dos leitores sobre o que acontece com os personagens.
Quem sabe no próximo ano eu finalmente dê uma chance para essa série 🙂
Bjos!

Ray Cunha - 26, dezembro 2020 às (21:42)

Olá,
Esse livro é realmente um mata saudade. Eu li logo em seguida da série mas lendo sua resenha, acredito que se desse esse tempinho, a sensação de nostalgia seria ainda maior.

Beijo!
http://www.amorpelaspaginas.com

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