Título: Jane Eyre
Autor: Charlotte Brontë
Editora: Best-Bolso
Número de Páginas: 528
Ano de Publicação: 2011
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Como já resenhei o livro – em uma resenha enorme, diga-se de passagem -, não falarei muito dele.
Foram diversas as adaptações feitas para Jane Eyre. A que assisti é a mais recente, de 2011, dirigida por Cary Fukunaga.
Lembro-me da sensação de angústia que senti logo nas primeiras páginas do livro, tão absurdas as cenas durante a infância da protagonista, e me vi desfrutando das mesmas emoções ao assistir a elas. A atriz que interpretou Jane criança, Amelia Clarkson, merece um enorme destaque. Foram poucos os minutos em que a garota aparece, mas minutos louváveis. Ela transmitiu com perfeição os sentimentos da personagem, conforme o descrito na obra de Charlote Brontë. Achei incrível como tudo nela, desde seus gestos e expressões, estavam em conformidade com esses sentimentos. Parecia que a garota havia realmente assumido seu papel.
Mia Wasikowska também merece destaque por seu desempenho. Só conhecia a atriz por seu trabalho em Alice No País das Maravilhas, a versão de Tim Burton, e, embora ela tenha encarado o papel principal, não chamou tanto a minha atenção por seu trabalho. Em Jane Eyre, entretanto, a situação mudou. A personagem tem como característica ser reservada e, portanto, não ser um alguém de muitas palavras ou sorrisos. Durante a leitura, isso não é um problema, já que há a vantagem de acompanhar o que se passa no íntimo dela. Em um filme, contudo, isso pode ser um problema, caso a atriz (ou ator, no caso de papeis masculinos), não consiga transmitir esses anseios sem fazer uso de palavras. Mia, porém, deu conta do recado e muito bem, diga-se de passagem. Bastava olhar para seus olhos para compreender o que a personagem deveria estar sentindo e pensando em cada momento. Não sei se o fato de eu ter lido a obra facilitou essa compreensão, mas acredito que a atriz tenha sido a grande responsável por ela.
Também adorei Michael Fassbender no papel de Rochester. O ator soube como transmitir a personalidade ao mesmo tempo rude e cativante do personagem. Ainda, o fato de tanto Mia quanto Michael fazerem jus à idade de Jane e Rochester contribuiu satisfatoriamente para a adaptação, uma vez que realmente há uma diferença de idade considerável entre os atores (12 anos, no caso) e isso ocorre na história. A química entre eles também foi ótima, e me vi na pele de Jane, compartilhando com ela os sentimentos por Rochester.
O único momento que achei ter deixado a desejar na adaptação foi o final, um tanto quanto abrupto. No livro, podemos desfrutar um pouquinho mais do desfecho, que me arrancou suspiros. No filme, quando comecei a suspirar, a tela escureceu e os créditos começaram a aparecer.






Oi Mi*
Imagino que deve ser um livro lindo.
Ainda não o li e nem assisti ao filme, mas fiquei aqui morrendo de curiosidade.
Com certeza este livro ja esta na minha lista de leitura!!
Bjinhs*