
Oi, gente, como vocês estão? Hoje é dia de conferir os Favoritos do Mês!
Livro | Favoritos do Mês

Entre minhas sete leituras de fevereiro, O pequeno café de Copenhague, de Julie Caplin e traduzido por Carolina Rodrigues, foi a que mais se destacou. É um romance contemporâneo leve e bastante divertido, que acompanha uma relações públicas em viagem profissional com seis profissionais da mídia para Copenhague a fim de entender a cultura dinamarquesa. Para além da leitura gostosa, encontrei importantes reflexões sobre a vida e sobre a hipervalorização que tendemos a dar à carreira e ao tempo que dedicamos ao nosso meio de trabalho. Em breve, libero resenha!
Filme | Favoritos do Mês

Titanic não é nenhuma novidade. Aliás, já perdi as contas de quantas vezes revi. Mas em comemoração aos 25 anos do lançamento de um dos maiores clássicos cinematógraficos, não poderia perder a chance de assistir mais uma vez ao filme nas telonas. A experiência, como sempre, foi mágica e emocionante!
Compra | Favoritos do Mês

Foto: Vlad Egorov | Unsplash
Mesmo com as finanças apertadas, aproveitei uma promoção para fechar um pacote de depilação a laser que cogitava há um tempo a fazer. É um investimento em mim e no meu bem-estar que me satisfaz!
Evento | Favoritos do Mês

Fevereiro voltou a ser mês de Carnaval! Aproveitei o sábado de folia com minhas amigas e meu namorado nos bloquinhos no centro de São Paulo. O destaque foi o Samby e Junior, que homenageia minha dupla queridinha.
Música | Favoritos do Mês

Daisy Jones & The Six novamente estrelando a lista de favoritos, dessa vez com “Look at us now (Honeycomb)”. Continua sendo emocionante poder ouvir a banda que tanto me ganhou no livro de Taylor Jenkins Reid. Cada vez mais ansiosa pela série, que estreia em 03/março.
Lugar | Favoritos do Mês

Conheci a cozinha ocupacao 9 de julho e foi uma experiência maravilhosa. A atmosfera é de luta e acolhimento, de arte e de consciência sócio-política. A ocupação realiza também diversas atividades que funcionam como proteção contra o despejo e contra a criminalização do movimento, como exposições de arte contemporânea, projeção de produções audiovisuais e a Horta da Ocupação, com a compostagem de resíduos orgânicos e o plantio de insumos. Principalmente depois de estar ali, não entra na minha cabeça como podem criticar e condenar iniciativas tão bonitas, humanas e importantes como essa.